CBIC debate pautas prioritárias de habitação com SNH e Caixa

Nesta quinta-feira (8), o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, esteve com o secretário Nacional de Habitação, Hailton Madureira, para tratar de temas importantes para o setor, na sede do Ministério das Cidades, em Brasília.

De acordo com o presidente, a CBIC tem acompanhando as liberações de financiamentos de imóveis usados e vê com preocupação a alocação de parte significativa de recursos nesta categoria. “Nós defendemos que os recursos do FGTS sejam alocados em pelo menos 90% do total de recursos em imóveis novos, com o intuito de promover a cadeia produtiva e gerar emprego e renda, que é o que o Brasil precisa”, destacou.

Ainda durante o encontro foram encaminhadas à Secretaria propostas técnicas para melhorar os processos de contratações do Faixa 1, habitação de interesse social. Com destaque como sugestão a prorrogação do prazo de contratação em 120 dias para o Faixa 1, do MCMV, concedendo o tempo necessário para a finalização de todos os processos exigidos para formalização dos contratos. Além disso, foram solicitados ajustes em questões como o parcelamento do solo.

O secretário sinalizou que acompanhará de perto os temas tratados e deve verificar as possibilidades de aprimorar os limites de recursos destinados aos imóveis usados.

Caixa Econômica Federal
Ainda nesta quinta-feira (8) a CBIC se reuniu com a vice-presidente de Habitação da Caixa Econômica Federal, Inês Magalhães, e com o diretor-executivo de Habitação do banco, Rodrigo Wermelinger, para pauta semelhante aquela encaminhada ao Ministério das Cidades.

Na audiência online, a CBIC destacou a necessidade de atenção das ações do FGTS na região Norte do país, com o estabelecimento de metas conjuntas que visem a ampliação do atendimento na região.

A expectativa é que o FGTS Futuro possa entrar em operação nos próximos 60 e 90 dias, com a pauta entrando em questão a partir da reunião do conselho curador do FGTS, prevista para acontecer no dia 19 de março. Já em relação ao Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHAB), ainda não há definição de estruturação do fundo e a pauta segue em estudo pela Caixa.

“É preciso avançarmos em agendas que preocupam a todos e que geram resultados importantes para o país”, apontou Correia.

Além do presidente da CBIC, Renato Correia, participaram da reunião online o vice-presidente da CBIC, Eduardo Aroeira, e o vice-presidente de Habitação de Interesse Social da entidade, Clausens Duarte.

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