Grupo de Apoio Permanente do FGTS celebra 30 anos de trabalho

Já imaginou como estariam as cidades sem os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), alocados anualmente para investimento nas políticas públicas de habitação popular, saneamento básico e infraestrutura urbana? “O FGTS conseguiu entregar 350 mil habitações por ano – nos últimos 14 anos -, atingindo a vida de 1 milhão de pessoas, por ano, com a casa própria”, aponta o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, ao destacar a importância do trabalho desenvolvido pelo Grupo de Apoio Permanente (GAP) ao FGTS, que celebra 30 anos nesta quinta-feira (18).

Composto por consultores técnicos vinculados às entidades representativas dos trabalhadores, dos empregadores e de representantes do governo federal, o GAP assessora o Conselho Curador do FGTS, que gere e administra o Fundo, garantindo a sua sustentabilidade.

Para comemorar a data, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, homenageou os representantes do GAP que contribuíram para a gestão do Fundo de Garantia ao longo dos anos, em cerimônia no auditório do MTE, em Brasília. Entre os homenageados, a consultora técnica da CBIC, Maria Henriqueta Arantes Ferreira Alves, representante da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicada pela CBIC, ora como conselheira titular do CCFGTS, outras vezes como suplente e, desde sempre, como técnica no Grupo Permanente de Apoio (GAP).

Durante a cerimônia, Henriqueta Alves enalteceu a harmonia e o entrosamento entre os técnicos na defesa da curatela dos recursos do FGTS, sempre em prol dos trabalhadores e do desenvolvimento social e econômico do pais. Ressaltou também que a análise técnica de questões afetas ao FGTS contornou interferências políticas naturais dos diferentes governos que se revezaram ao longo destes 30 anos.

Consultores técnicos do GAP

“Peço licença aos colegas de toda esta jornada no GAP para destacar o orgulho de termos contribuído com o nosso assessoramento técnico aos conselheiros para a construção do FGTS de hoje. Fundo social, e não financeiro, que contribui de forma inequívoca para o enfrentamento dos déficits de habitação e de saneamento básico das cidades e para o crescimento da economia do Brasil, com geração, em escala, de empregos formais”, destacou Henriqueta Alves.

A especialista reforçou a importante função assumida pelos “gapianos” na defesa intransigente da manutenção do FGTS nos seus objetivos originais: disponibilidade de saque na aposentadoria; aquisição da casa própria; doenças graves e ocorrência de desemprego. “Com essa missão, trabalhamos junto à Câmara e ao Senado da República na sensibilização dos legisladores para inibir propostas de saques que venham a comprometer sua capacidade de investimento”, frisou.

A CBIC reconhece o trabalho e a dedicação dos consultores Maria Henriqueta (30 anos no GAP), Abelardo Campoy (27 anos) e Celso Petrucci (10 anos), pelo excelente trabalho desenvolvido. “Nosso muito obrigado a vocês que se dedicam com paixão a esse trabalho, que permite que o FGTS possa melhorar a vida das pessoas em habitação, saneamento e infraestrutura urbana”, salientou Renato Correia.

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