Após retomada forte, setor de construção deve ter ano morno

Matéria do Valor Econômico dos dias 05, 06 e 07/08 aponta que, após dois anos de forte avanço, o setor de construção deve encerrar 2023 com a pior performance desde 2020, quando amargou queda de 2,1%.

Acompanhando de perto essa expansão menos intensa do setor, o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Renato Correia, destaca que no final do mês passado a entidade revisou para baixo a projeção de elevação da construção para 2023.

A estimativa, que no início de 2023 estava entre 2% e 3%, passou para 1,5%. “Percebe-se claramente que há uma intensidade menor da atividade do que no ano passado”, disse Renato Correia.

Como fatores para esse resultado, o dirigente indica os juros elevados e o fato de o Minha Casa, Minha Vida ainda não ter produzido efeitos no mercado neste ano, cujas novas regras foram aprovadas pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) no fim de junho e começaram a ser implementadas em julho.

Acesse a íntegra da matéria no Valor Econômico.

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