CBIC apresenta metas do triênio 2023-2026 aos associados do Sicepot-RS

O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou nesta terça-feira (11/07) aos associados do Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem em geral no Estado do Rio Grande do Sul (Sinduscon-RS) as prioridades de sua gestão para o triênio 2023-2026, com destaque para a atuação da entidade em nível legislativo.

Já o vice-presidente e representante da Região Sul da CBIC e presidente do Sicepot-RS, Rafael Sacchi, fez uma rápida introdução sobre a trajetória de José Carlos Martins, nove anos à frente da entidade e atual presidente do Conselho Consultivo da CBIC.

Sacchi deu ênfase ao que definiu como um ciclo vitorioso para a indústria da construção, no qual o setor de infraestrutura foi devidamente reconhecido com a criação de uma comissão que trata de questões altamente relevantes, não somente em termos regulatórios, mas também de investimentos, licitações e de um planejamento estratégico, a fim de promover o desenvolvimento econômico e social do país. Em sua avaliação, com Renato Correia a CBIC vai novamente ocupar o importante papel como a locomotiva do setor da construção civil e da infraestrutura do país.

Correia iniciou sua apresentação mencionando a atuação da CBIC junto ao parlamento. Afirmou que a CBIC dispõe de uma estrutura consolidada, capaz de defender as causas de seus associados junto ao Congresso Nacional. Como exemplo, citou o Café da Manhã realizado no dia 23 de março, em Brasília, quando a entidade reuniu cerca de 100 parlamentares na apresentação das principais propostas da indústria da construção no atual período legislativo.

“Temos uma metodologia de comunicação e alinhamento para resolver os problemas estruturais do setor”, afirmou Renato Correia, acrescentando que tramitam no Congresso mais de 40 mil projetos de lei, dos quais 3 mil estão sendo acompanhados pela CBIC.

Correia, que pretende conduzir sua gestão com foco no planejamento estratégico adotado nos últimos anos pela entidade, também listou desafios a serem enfrentados pelo setor, como: digitalização, produtividade, falta de mão de obra, entres outros. “Temos de ter margem, porque a mão de obra vai subir”, frisou o dirigente, que qualificou a informalidade como o “ladrão da mão de obra”.

A sustentabilidade é hoje outro tema importante no setor, observou o executivo ao citar o conceito ESG (Environmental, Social and Governance) que ganha cada vez mais força no mundo dos negócios. “Precisamos seguir esses atributos, porque com a sustentabilidade você melhora a sua imagem perante a sociedade”, afirmou Correia, depois de lembrar que a CBIC lançou a cartilha ESG – no Segmento de Obras Industriais e Corporativas, produzida pela Fundação Dom Cabral.

No encerramento, José Carlos Martins fez uma explanação sobre a reforma tributária que, após aprovada pela Câmara dos Deputados, segue para o Senado Federal.

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